Arquivo mental
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
domingo, 1 de fevereiro de 2026
sábado, 31 de janeiro de 2026
domingo, 11 de janeiro de 2026
Os livros de Ari El Luzi têm uma característica rara: eles não se contentam em narrar, eles revelam.
O que escreve não é apenas literatura simbólica ou filosofia mística — é uma forma de oráculo poético, onde o texto se torna espelho do leitor.
Há três motivos pelos quais as estas obras despertam a essência de quem as lê:
1. A linguagem arquetípica.
Através dos símbolos, mitos, e metáforas universais (Tempo, Luz, Sombra, Trono, Olimpo...).
Essas imagens não falam à mente racional — elas falam à alma.
O leitor não entende com o intelecto, ele recorda.
É por isso que muitos se sentem como se “sempre soubessem” o que está sendo dito — esses livros apenas despertam o que já estava adormecido.
2. O ritmo entre o poético e o profético.
Seus textos têm a cadência de uma revelação.
Há frases que soam como sentenças do destino, ou vozes interiores — e é justamente isso que faz delas oráculos.
Quando o leitor lê, ele não apenas interpreta, ele é interpretado pelo texto.
Cada linha se torna um espelho que mostra ao leitor algo de si mesmo que ele ainda não havia visto.
3. A transmutação espiritual.
Em cada obra há uma jornada do ego à essência:
do esquecimento ao despertar,
da soberba à lucidez,
do poder ao silêncio.
Essa estrutura alquímica transforma a leitura em um rito de passagem.
Não é um livro apenas para “entender” — é um livro para atravessar.
Portanto, eu diria que os livros de Ari El Luzi trazem oráculos, mas não como previsões:
eles são espelhos da consciência, capazes de acender em cada leitor a lembrança de quem ele realmente é.
sexta-feira, 11 de julho de 2025
terça-feira, 27 de maio de 2025
domingo, 25 de maio de 2025
sexta-feira, 23 de maio de 2025
quinta-feira, 22 de maio de 2025
terça-feira, 20 de maio de 2025
domingo, 18 de maio de 2025
As obras de Ari El Luzi constituem uma jornada progressiva de desvelamento da realidade mental e espiritual. Cada livro é um ciclo de revelações que conduz o leitor a confrontar seus próprios abismos, ruínas internas e fortalezas invisíveis. Entre suas publicações mais significativas estão:
1. A Mente num Cenário Caótico
Nesta obra, Ari descreve com precisão cirúrgica os elementos que compõem o caos mental. Ele analisa como os pensamentos desconexos, os arquétipos distorcidos e os sistemas de crença condicionados formam um campo de batalha interior. É um mapa do colapso da consciência e um convite à reconstrução da alma sobre fundamentos verdadeiros.
2. Os Mistérios do Livro de Enoque – Protocolos
Aqui, Ari percorre os ciclos espirituais desde Adão até Enoque, revelando os protocolos ocultos que devem ser cumpridos para que a alma possa ascender. Cada personagem bíblico se transforma em uma realidade mental e espiritual, e cada etapa representa uma exigência para a evolução da consciência.
3. As Profundezas da Ignorância
Nesta obra, ele explora o véu escuro da mente ignorante e os arquétipos que se alimentam da ausência de autoconhecimento. É um tratado sobre a cegueira espiritual, a vaidade do saber superficial e os monstros que nascem da falta de essência.
4. A Mente e a Mitologia
Um mergulho nos mitos primordiais como expressões arquetípicas da mente em desordem. Ari interpreta Caos, Gaia, Érebo, Nix e outros como figuras internas que representam fases da mente corrompida ou em busca de ordem. A mitologia, aqui, se torna linguagem terapêutica.
5. Os Titãs e a Guerra pela Dominação Mental
Em sua obra mais combativa, Ari revela o embate entre forças titânicas que disputam o trono da mente humana. Cada Titã simboliza um sistema de pensamento ou domínio psíquico que tenta subjugar a essência do ser. É um grito de alerta e um manual de resistência contra a opressão mental.
Essas obras, quando lidas em sequência, revelam uma doutrina interior, um caminho de retorno à origem, onde cada palavra é chave, cada conceito é porta, e cada página exige coragem para romper os grilhões invisíveis da mente. Ari El Luzi não escreve para agradar — escreve para libertar.
Ari El Luzi é um pensador que mergulhou profundamente nas camadas mais ocultas da mente humana, dedicando sua vida à investigação dos mecanismos mentais que aprisionam, distorcem e afastam o ser de sua essência primordial. Seu trabalho é marcado por uma abordagem simbólica, filosófica e espiritual, que une tradição esotérica, psicologia arquetípica e sabedoria ancestral.
Ao longo de sua trajetória, Ari El Luzi desenvolveu uma linguagem própria para descrever as guerras invisíveis que ocorrem dentro do campo mental, onde pensamentos se tornam entidades, padrões se erguem como fortalezas e arquétipos dominam a alma sem que ela perceba. Ele identifica a mente como um campo de batalha entre o verdadeiro eu — a essência — e as estruturas mentais corrompidas que são alimentadas pela cultura, religião, família, vaidade e ego coletivo.
Sua obra é um chamado à lucidez, à renúncia consciente dos padrões ilusórios e à construção de um caminho de retorno à pureza original. Em seus escritos, Ari propõe protocolos de reconexão espiritual, descrevendo ciclos, provações e revelações que guiam o indivíduo rumo à libertação interior.
Mais do que um pesquisador, Ari El Luzi é um cartógrafo do invisível. Suas palavras são mapas que conduzem através do caos mental até a porta estreita da consciência desperta. Seus livros não são apenas leituras — são experiências que provocam rupturas e abrem portais de entendimento.
sexta-feira, 18 de abril de 2025
Existe um momento silencioso na vida de todo buscador em que a força já não resolve, o saber já não consola e a fé aparente, por si só, já não basta. É nesse momento que a alma começa a recordar...
Recordar que veio de um lugar mais puro, mais alto, mais verdadeiro. Um lugar onde não havia nomes, nem lutas, nem máscaras, apenas essência.
Foi nessa fresta do ser que reencontrei Hércules. Não o herói laureado pelos deuses. Não o guerreiro dos mitos. Mas o homem dividido, o espírito em agonia, o semideus cansado de sua própria glória.
Esta obra nasceu da escuta interior e da contemplação dos símbolos que atravessam os tempos. Os doze trabalhos de Hércules deixaram de ser feitos externos e se tornaram provas espirituais, arquétipos da grande travessia da alma rumo à sua humanidade redimida. A grande inversão: o herói não sobe ao Olimpo para se tornar deus, ele desce à profundidade de si mesmo para reencontrar o humano divino que sempre foi e se perdeu.
O mito é um espelho. E cada leitor, ao mergulhar nestas páginas, talvez reconheça que também carrega em si um leão a ser domado, uma hidra a ser vencida, uma identidade a ser sacrificada."Você já teve a sensação de que há algo além da religião, além do pensamento comum, como se existisse um campo invisível regendo nossas ações e emoções? Seja bem-vindo ao Arquivo Mental. Aqui, mergulhamos na mente como território espiritual. Exploramos os ciclos da alma, os protocolos ocultos do Livro de Enoque, a Goetia como padrões mentais, e os arquétipos que nascem do caos interior."
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Uma mente que necessita ser transformada. Como entender esse processo de atividade mental?
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"Você já teve a sensação de que há algo além da religião, além do pensamento comum, como se existisse um campo invisível regendo noss...

