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vida eterna

 






Há uma verdade silenciosa que habita o mais íntimo de cada ser humano: a vida eterna não é algo distante, nem um prêmio concedido após a morte. Ela já existe em nós. Está contida em nossa essência, como uma centelha divina que pulsa, mesmo quando não a percebemos. Desde o princípio, carregamos dentro de nós uma partícula do próprio Deus. Não como algo separado, mas como uma presença viva, profunda e permanente. Essa essência divina não nasce nem morre — ela simplesmente é. No entanto, ao longo da vida, essa realidade se torna encoberta. O ruído do mundo, os condicionamentos, os medos e, sobretudo, o ego, constroem camadas que nos afastam da percepção dessa verdade. O ego, em sua natureza, não é maligno, mas limitante. Ele nos define por aquilo que é passageiro: nome, história, conquistas, dores. Ele nos faz acreditar que somos apenas aquilo que vemos no espelho ou aquilo que os outros reconhecem em nós. E, assim, a essência divina permanece adormecida — não ausente, mas esquecida. Traduzir espanhol




Hay una verdad silenciosa que habita en lo más íntimo de cada ser humano: la vida eterna no es algo distante, ni un premio concedido después de la muerte. Ya existe en nosotros. Está contenida en nuestra esencia, como una chispa divina que late, incluso cuando no la percibimos.

Desde el principio, llevamos dentro de nosotros una partícula del propio Dios. No como algo separado, sino como una presencia viva, profunda y permanente. Esta esencia divina no nace ni muere — simplemente es. Sin embargo, a lo largo de la vida, esta realidad se va cubriendo. El ruido del mundo, los condicionamientos, los miedos y, sobre todo, el ego, construyen capas que nos alejan de la percepción de esta verdad.

El ego, en su naturaleza, no es maligno, pero sí limitante. Nos define por aquello que es pasajero: nombre, historia, logros, dolores. Nos hace creer que somos solo aquello que vemos en el espejo o aquello que los demás reconocen en nosotros. Y así, la esencia divina permanece dormida — no ausente, sino olvidada.



There is a silent truth that dwells in the deepest part of every human being: eternal life is not something distant, nor a reward granted after death. It already exists within us. It is contained in our essence, like a divine spark that pulses, even when we do not perceive it.

From the very beginning, we carry within us a fragment of God Himself. Not as something separate, but as a living, deep, and permanent presence. This divine essence is neither born nor does it die — it simply is. However, throughout life, this reality becomes covered over. The noise of the world, conditioning, fears, and above all, the ego, build layers that distance us from perceiving this truth.

The ego, by its nature, is not evil, but limiting. It defines us by what is temporary: name, history, achievements, and pains. It makes us believe that we are only what we see in the mirror or what others recognize in us. And so, the divine essence remains dormant — not absent, but forgotten.










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